IL MONDO E 'UN GRANDE IN OGNI FASE RAPPRESENTARE IL VOSTRO RUOLO STAGE E 'UN GRANDE MONDO DOVE OGNI ACHA TUO LUOGO DIMOSTRARE LE OPZIONI DI VITA E CREARE LA TUA REALTA ' autore: Angelsuntribal

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Utente: antonny51
Nome: Angel sun
Só choramos pelo o que amamos. Pelo que queremos ardentemente. Pelo que perdemos. Pelo que nos sufoca o alma ou nos acelera o coração.

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domenica, 27 settembre 2009
ATIRE A PRIMEIRA FLOR



Quando tudo parecer caminhar errado, seja você a tentar o primeiro passo certo;


 Se tudo parecer escuro, se nada puder ser visto, acenda você a primeira luz,

traga para a treva, você primeiro, a pequena lâmpada;


Quando todos estiverem chorando,  tente você o primeiro sorriso;

talvez não na forma de lábios sorridentes, mas na de um coração que

compreenda, de braços que confortem;



Se a vida inteira for um imenso não, não pare você na busca do primeiro

sim, ao qual tudo de positivo deverá seguir-se;


Quando ninguém souber coisa alguma, e você  souber um pouquinho,

seja o primeiro a ensinar,  começando por aprender você mesmo,

corrigindo-se a si mesmo;


 Quando alguém estiver angustiado à procura, consulte  bem o que se passa,

talvez seja em busca de você mesmo que este seu irmão esteja;


Daí, portanto, o seu deve ser o primeiro  a aparecer,  o primeiro a mostrar-se,

primeiro que pode ser o único e,  mais sério ainda, talvez o último;


Quando a terra estiver seca,  que sua mão seja a primeira a regá-la;

quando a flor se sufocar na urze e no espinho,

que sua mão seja  a primeira a separar o joio, a arrancar a praga,

a afagar a pétala, a acariciar a flor;


Se a porta estiver fechada, de você venha a primeira chave;


Se o vento sopra frio, que o calor de sua lareira seja a  primeira proteção

e primeiro abrigo.


Se o pão for apenas massa e  não estiver cozido,

seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento.


Não atire a primeira pedra em quem erra.

De acusadores o mundo está cheio; nem, por outro lado, aplauda o erro;

dentro em pouco, a ovação será ensurdecedora;


 Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu; 

sua atenção primeiro para  aquele que foi esquecido;

 Seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém;


 Quando tudo for espinho, atire a primeira flor;

seja o primeiro a mostrar que há  caminho de volta,

 compreendendo que o perdão regenera,

que a  compreensão edifica,  que o auxílio possibilita,

 que o entendimento reconstrói.


 Atire você, quando tudo for pedra,

a primeira e decisiva flor.

Postato da: antonny51 a 22:54 | link | commenti
amore, anche, affetto, abbandono, aggressione, almore, amizadecarinho, apareÇa

venerdì, 26 giugno 2009

http://sites.google.com/site/angelsunheat/
















Por quem os sinos dobram



John Donne



 





ELEGIA: INDO PARA O LEITO



Vem, Dama, vem, que eu desafio a paz;

At� que eu lute, em luta o corpo jaz.

Como o inimigo diante do inimigo,

Canso-me de esperar se nunca brigo.

Solta esse cinto sideral que vela,

C�u cintilante, uma �rea ainda mais bela.

Desata esse corpete constelado,

Feito para deter o olhar ousado.

Entrega-te ao torpor que se derrama

De ti a mim, dizendo: hora da cama.

Tira o espartilho, quero descoberto

O que ele guarda, quieto, t�o de perto.

O corpo que de tuas saias sai

� um campo em flor quando a sombra se esvai.

Arranca essa grinalda armada e deixa

Que cres�a o diadema da madeixa.

Tira os sapatos e entra sem receio

Nesse templo de amor que � o nosso leito.

Os anjos mostram-se num branco v�u

Aos homens. Tu, meu anjo, �s como o c�u

De Maom�. E se no branco t�m contigo

Semelhan�a os esp�ritos, distingo:

O que o meu anjo branco p�e n�o �

O cabelo mas sim a carne em p�.

    Deixa que a minha m�o errante adentre

Atr�s, na frente, em cima, em baixo, entre.

Minha Am�rica! Minha terra � vista,

Reino de paz, se um homem s� a conquista,

Minha mina preciosa, meu Imp�rio,

Feliz de quem penetre o teu mist�rio!

Liberto-me ficando teu escravo;

Onde cai minha m�o, meu selo gravo.

    Nudez total! Todo o prazer prov�m

De um corpo (como a alma sem corpo) sem

Vestes. As j�ias que a mulher ostenta

S�o como as bolas de ouro de Atalanta:

O olho do tolo que uma gema inflama

Ilude-se com ela e perde a dama.

Como encaderna��o vistosa, feita

Para iletrados, a mulher se enfeita;

Mas ela � um livro m�stico e somente

A alguns (a que tal gra�a se consente)

� dado l�-la. Eu sou um que sabe;

Como se diante da parteira, abre-

Te: atira, sim, o linho branco fora,

Nem penit�ncia nem dec�ncia agora.

    Para ensinar-te eu me desnudo antes:

A coberta de um homem te � bastante.



                       Tradu��o: Augusto de Campos

 


ELEGY: GOING TO BED



Come, Madam, come, all rest my powers defy;

Until I labour, I in labour lie.

The foe ofttimes, having the foe in sight,

Is tired with standing, though he never fight.

Off with that girdle, like heaven's zone glittering,

But a far fairer world encompassing.

Unpin that spangled breast-plate, which you

                                                  [ wear,

That th' eyes of busy fools may be stopp'd there.

Unlace yourself, for that harmonious chime

Tells me from you that now it is bed-time.

Off with that happy busk, which I envy,

That still can be, and still can stand so nigh.

Your gown going off such beauteous state

                                                 [ reveals,

As when from flowery meads th' hill's shadow

                                                 [ steals.

Off with your wiry coronet, and show

The hairy diadems which on you do grow.

Off with your hose and shoes ; then softly tread

In this love's hallow'd temple, this soft bed.

In such white robes heaven's angels used to be

Revealed to men ; thou, angel, bring'st with thee

A heaven-like Mahomet's paradise ; and though

Ill spirits walk in white, we easily know

By this these angels from an evil sprite;

Those set our hairs, but these our flesh upright.

      Licence my roving hands, and let them go

Before, behind, between, above, below.

O, my America, my Newfoundland,

My kingdom, safest when with one man mann'd,

My mine of precious stones, my empery;

How am I blest in thus discovering thee !

To enter in these bonds, is to be free ;

Then, where my hand is set, my soul shall be.

      Full nakedness ! All joys are due to thee;

As souls unbodied, bodies unclothed must be

To taste whole joys. Gems which you women use

Are like Atlanta's ball cast in men's views ;

That, when a fool's eye lighteth on a gem,

His earthly soul might court that, not them.

Like pictures, or like books' gay coverings made

For laymen, are all women thus array'd.

Themselves are only mystic books, which we

�Whom their imputed grace will dignify �

Must see reveal'd. Then, since that I may know,

As liberally as to thy midwife show

Thyself; cast all, yea, this white linen hence;

There is no penance due to innocence :

      To teach thee, I am naked first; why then,

What needst thou have more covering than a

                                                       [ man?








MEDITA��O 17 



                                       (trecho)



Nenhum homem � uma ilha, completa em si mesma; todo homem � um peda�o do continente, uma parte da terra firme. Se um torr�o de terra for levado pelo mar, a Europa fica menor, como se tivesse perdido um promont�rio, ou perdido o solar de um teu amigo, ou o teu pr�prio. A morte de qualquer homem diminui a mim, porque na humanidade me encontro envolvido; por isso, nunca mandes indagar por quem os sinos dobram; eles dobram por ti.



                       Tradu��o: Paulo Vizioli







MEDITATION 17



                                       (excerpt)


No man is an island, entire of itself; every man is a piece of the continent, a part of the main; if a clod be washed away by the sea, Europe is the less, as well as if a promontory were, as well as if a manor of thy friend's or of thine own were; any man's death diminishes me, because I am involved in mankind, and therefore never send to know for whom the bell tolls; it tolls for thee.







EM DESPEDIDA: PROIBINDO O PRANTO



Como esses santos homens que se apagam

    Sussurrando aos esp�ritos: "Que v�o...",

Enquanto alguns dos amigos amargos

    Dizem: "Ainda respira." E outros: "N�o." �



Nos dissolvamos sem fazer ru�do.

    Sem tempestades de ais, sem rios de pranto,

Fora profana��o nossa ao ouvido

    Dos leigos descerrar todo este encanto.



O terremoto traz terror e morte

    E o que ele faz exp�e a toda a gente,

Mas a trepida��o do firmamento,

    Embora ainda maior, � inocente.



O amor desses amantes sublunares

    (Cuja alma � s� sentidos) n�o resiste

A aus�ncia, que transforma em singulares

    Os elementos em que ele consiste.



Mas a n�s (por uma afei��o t�o alta,

    Que nem sabemos do que seja feita,

Interassegurado o pensamento)

    M�os, olhos, l�bios n�o nos fazem falta.



As duas almas, que s�o uma s�,

    Embora eu deva ir, n�o sofrer�o

Um rompimento, mas uma expans�o,

    Como ouro reduzido a a�reo p�.



Se s�o duas, o s�o similarmente

    �s duas duras pernas do compasso:

Tua alma � a perna fixa, em aparente

    In�rcia, mas se move a cada passo



Da outra, e se no centro quieta jaz,

    Quando se distancia aquela, essa

Se inclina atentamente e vai-lhe atr�s,

    E se endireita quando ela regressa.



Assim ser�s para mim que pare�o

    Como a outra perna obliquamente andar.

Tua firmeza faz-me, circular,

    Encontrar meu final em meu come�o.

 




A VALEDICTION: FORBIDDING MOURNING



As virtuous men pass mildly away,

    And whisper to their souls to go,

Whilst some of their sad friends do say,

    "Now his breath goes," and some say, "No."



So let us melt, and make no noise,

    No tear-floods, nor sigh-tempests move;

'Twere profanation of our joys

    To tell the laity our love.



Moving of th' earth brings harms and fears;

    Men reckon what it did, and meant;

But trepidation of the spheres,

    Though greater far, is innocent.



Dull sublunary lovers' love

    �Whose soul is sense�cannot admit

Of absence, 'cause it doth remove

    The thing which elemented it.



But we by a love so much refined,

    That ourselves know not what it is,

Inter-assur�d of the mind,

    Care less, eyes, lips and hands to miss.



Our two souls therefore, which are one,

    Though I must go, endure not yet

A breach, but an expansion,

    Like gold to aery thinness beat.



If they be two, they are two so

    As stiff twin compasses are two;

Thy soul, the fix'd foot, makes no show

    To move, but doth, if th' other do.



And though it in the centre sit,

    Yet, when the other far doth roam,

It leans, and hearkens after it,

    And grows erect, as that comes home.



Such wilt thou be to me, who must,

    Like th' other foot, obliquely run;

Thy firmness makes my circle just

    And makes me end where I begun.

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domenica, 21 giugno 2009
MañanaSeraUnNuevoDia...♥♥

Splinder (07/06/2008) ♥♥... Mañana Sera un nuevo dia A veces no nos sentimos como quisieramos sentirnos. A veces no logramos lo que quisieramos lograr. A veces las cosas que suceden no tienen sentido. A veces la vida nos lleva por caminos que estan fuera de nuestro control y En esos momentos, sobre todo, es Leggi ancora...

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venerdì, 29 maggio 2009
LA GAZZETTA DELLO SPORT

LA GAZZETTA DELLO SPORT La Gazzetta dello Sport: foto e video di calcio, notizie e probabili formazioni di Juventus, Inter, Milan, Roma e Lazio. Tutto su calciomercato, mondiali, formula 1, ciclismo, motomondiale e altri sport. Leggi ancora...

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giovedì, 21 maggio 2009
Mãe coragem seus filhos

MÃE CORAGEM E SEUS FILHOS - BERTOLT BRECHT




"Há aqueles que lutam um dia; e por isso são muito bons; Há aqueles que lutam muitos dias; e por isso são muito bons; Há aqueles que lutam anos; e são melhores ainda; Porém há aqueles que lutam toda a vida; esses são os imprescindíveis." Bertolt Brecht Adaptação para o texto ricardo Andrade, Nossa Senhora do teatro Estreia em breve rio de janeiro Br "Há aqueles que lutam um dia; e por isso são muito bons;

Há aqueles que lutam muitos dias; e por isso são muito bons;

Há aqueles que lutam anos; e são melhores ainda;

Porém há aqueles que lutam toda a vida; esses são os imprescindíveis."

Bertolt Brecht





A guerra religiosa dura anos. A juventude é sacrificada nas frentes de batalhas, as cidades são saqueadas por homens famintos e desesperados, enquanto os soldados se entregam a bandeiras sem ter a nítida compreensão do motivo que os fazem odiar e matar.

Logo no início, o diálogo é marcado por argumentos do recrutador e do sargento. Ambos vivem a guerra e a justificam com argumentos contraditórios: “A paz é uma porcaria, só a guerra é que estabelece a ordem. Na paz a humanidade brota que nem espiga. É um desperdício de gente e de gado, assim sem mais nem menos” e “Como tudo que é bom, a guerra também é difícil, no começo. Mas, depois que começa a florescer, ela resiste a tudo; e as pessoas começam a tremer, só de pensar na paz, como os jogadores, que não querem parar, para não terem de fazer as contas do que perderam.”

Mãe Coragem é uma vivandeira e sua carroça atravessa o inverno alemão, acompanhando as tropas e vendendo suprimentos para os sobreviventes desguarnecidos. A mulher vive da guerra rodando o país com os três filhos: Eilif (o mais velho), Queijinho e Kattrin (a filha muda), mas não quer que eles sirvam ao exército.

O sargento mostra a ambigüidade da mulher: “Para você, então, a guerra há de roer os ossos e deixar a carne? Você engorda as suas crias com a guerra, e não quer dar nada em troca? Ele precisa saber de onde vem a comida...” Ainda assim, ela está segura: “Mas os soldados não precisam ser meus filhos.”



Os dois filhos se alistam e a mãe se desespera: “Querem ir para longe da mãe, seus diabos, e meter-se na guerra, como cordeiros na boca do lobo... Oh, mãe desventurada, que pariu com tanta dor: e o filho vai morrer na flor da idade.”

O filho mais velho se destaca pela coragem (ou covardia), ataca os camponeses e saqueia seus pertences, na guerra é homenageado pelas altas patentes por sua bravura, mas na paz é condenado à morte. Não consegue se despedir da mãe e morre sem compreender a diferença que marca os julgamentos das épocas de paz e de guerra.



Queijinho, o filho “tapado, mais honesto”, é fuzilado por ter roubado o cofre do regimento. A mãe diante do corpo é obrigada a fingir que não o reconhece para sobreviver.

Surgem novos personagens e perspectivas, o capelão, o cozinheiro e a prostituta, todos seres desfigurados pela guerra e que convivem com Mãe Coragem ao redor da carroça em alguns períodos da guerra.

Continua a viagem na penúria só com a filha muda e frágil e, quando a deixa em uma casa de camponeses para ir buscar mantimentos na cidade, a filha tem um ato de bravura e bate um tambor em cima do telhado para acordar a cidade e evitar que a população seja pega desprevenida pelo inimigo à espreita. Tomba, mas a cidade desperta e se defende.



Mãe Coragem termina puxando a carroça sozinha e tendo de recomeçar. Um texto teatral forte que destaca o papel das mães com força e determinação, não obstante os contextos históricos em que estão inseridos. A protagonista vivia em função dos horrores da guerra, mas não queria que seus filhos fossem os soldados, termina carregando a carroça sozinha ainda acompanhando os horrores da guerra.

“É primavera. Acorde homem de Deus! A neve se derrete. Estão dormindo os mortos. Que se agüente nos sapatos aquele que não está morto ainda!”

Bertolt Brecht (1898 a 1956), poeta, diretor teatral e dramaturgo alemão, criou novas técnicas e práticas teatrais com a inovação da dramaturgia da época – o teatro épico. O artifício do distanciamento é usado para denunciar a alienação do espectador. Os valores do teatro de Brecht se opõem a noção idealista da consciência como fator determinante da existência.



A revolução de Brecht é marxista, é do exterior, pois o homem não é independente dos fatos externos.

No artigo intitulado “A obra clássica intimida”, de 1953, Brecht afirmou: “Não basta exigir ao teatro conhecimentos, imagens elucidativas da realidade. Nosso teatro tem de suscitar o direito de conhecer, tem de fomentar o prazer da transformação da realidade. Os nossos espectadores têm não só de conhecer a maneira como é libertado o Prometeu agrilhoado, mas também de se adestrar no desejo de o libertarem. O teatro tem de nos ensinar a sentir os desejos e prazeres dos inventores e dos descobridores, e, também, o triunfo dos libertadores.”

A peça “Mãe Coragem e seus filhos” foi escrita no período do exílio, em 1941, e é considerada por muitos como a obra prima de Brecht. É uma parábola do papel da pequena burguesia no meio de tempestades políticas. O autor, ao desenhar o perfil da protagonista, encerrou-a na enorme contradição de uma mãe que tem na guerra sua única fonte de receita e que não consegue resguardar seus filhos da realidade em que estão inseridos. Suas atividades lhe conferem um caráter realístico não idealizado, mas não retiram o cunho inexorável da guerra.

Brecht, nos comentários sobre as duas interpretações da Mãe Coragem, afirmou que a personagem “surge-nos principalmente como mãe e, tal como Níobe, não consegue salvar os filhos da fatalidade da guerra.”

A leitura do texto teatral nos abre inúmeras percepções. Analisamos a história e percebemos a impotência diante de um contexto estabelecido e a necessidade de criar novas realidades. O dramaturgo alemão não desejava criar uma obra ilusória em que os espectadores, ao assistirem, ficassem com a sensação de bem estar diante de realidades romanceadas. Sua intenção era causar a indignação, deixar que as pessoas, munidas de senso crítico, concluíssem que o que assistiram não deveria continuar.

Não precisamos apenas das obras literárias para compreender as enormes contradições e incoerências do papel do homem na sociedade. Ao analisarmos nossas vivências, caminharmos nas ruas, assistirmos aos noticiários, percebemos que muita coisa não pode continuar e que devemos sair da passividade de meros espectadores e construir roteiros coerentes com coragem e criatividade.

Precisamos nos perceber como os dramaturgos de nossos personagens. E você, leitor, já começou a elaborar o enredo de sua história?( Adaptação para o texto ricardo Andrade. Escola de teatro nossa senhora do teatro Estreia em breve rio de janeiro)

Parabens ricardo, Belo Trabalho sucesso amigo.....
Tag: angels arte ate dramat

Postato da: antonny51 a 20:37 | link | commenti
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giovedì, 30 aprile 2009
Voti..

Auspica che "o" voti "

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Bene, prima che si desidera che l'amore e l'amore, è anche amato,

E questo non è il caso, è presto per dimenticare e ricordare, nessun rammarico negozio.

Mi auguro quindi che non è solo, ma in tal caso, essere consapevoli, senza disperazione.



Spero, inoltre, si hanno amici e che, anche cattive e illogico, ad essere coraggiosi e fedeli,

E che almeno uno ci si può fidare, confidando che, senza dubbio della sua fiducia.

E perché la vita è così, ma si desidera nemici, o molti, o pochi,

ma l'esatta misura in cui, talvolta, si parla di loro certezze.

E che tra loro vi è almeno uno che sia giusto, in modo che non si sentono troppo sicuri.



Desiderio, poi si sono utili, ma non insostituibile utile, ma piuttosto utile.

E che, in cattivo tempo, quando è niente, è abbastanza utile per mantenere l'alto.



Sempre che vi chiedo di essere tolleranti, gli errori che non solo perché è facile,

ma con quel tanto e irrimediabilmente sbagliato, e che la tolleranza, per non trasformare in un applauso a permissiva o,

Quindi, che fare un buon uso di esso, è anche un esempio per gli altri.



Mi auguro che lei, essendo giovani, non troppo veloce e matura, maturi, non insistere ringiovanire

E, essendo vecchio, non impegnati in disperazione.

Perché ogni età ha la sua gioia e il suo dolore

E dobbiamo lasciarli correre dentro di noi.



Vorrei firmare, si sono triste, ma non tutto l'anno, o in un mese, molto meno di una settimana,

Ma solo per un giorno. Ma in questo giorno di tristezza, si scopre che ogni giorno è una buona risata,

risate è secco e le solite risate costante è insano.



Mi auguro che si trova con la più urgente, e nonostante, soprattutto,

Forse ora, ma, se possibile, domani mattina, che ci sono oppressi, torto e infelice,

Sono intorno a loro, perché suo padre ha accettato di vivere con loro.

E rimangono intorno ai loro figli, se si trova l'inevitabile coesistenza.



È ancora desidera un animale domestico gatto, un cane che gli alimenti e ascoltare almeno una João-de-costruzione di fango

il suo trionfale matin;

Perché si sente bene niente.



Mi auguro inoltre che si pianta un seme, ma è ridicolo, e traccia la sua crescita giorno per giorno,

in modo da sapere quante vite è un albero.



Il desiderio, invece, si hanno i soldi, perché dobbiamo essere pratici.

E almeno una volta l'anno, si mette una parte di fronte a lui e dire:

"Questo è il mio." Giusto per essere chiari, che chi possiede.



Sempre che vi chiedo di essere frugale, non del tutto frugale,

non ossessionato frugale, ma di solito frugale.

Frugalità, ma che non impedisce di abuso quando l'abuso è necessario.



Spero inoltre che nessuno dei suoi affetti morire, per lui e per lei,

Ma che sta morendo, si può piangere senza colpa e senza soffrire whining.



Desidero, infine, che sia femmina, si dispone di un buon uomo,

Che cosa è l'uomo, hanno una buona donna.

E se l'amore oggi, domani, poi il giorno dopo, di nuovo,

E ancora, a partire da adesso fino alla fine del prossimo anno,

E quando sono esauriti e sorridente, devono ancora fare l'amore.



E se accade solo, non ho nulla di più per desiderio.

Postato da: antonny51 a 03:16 | link | commenti
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mercoledì, 08 aprile 2009

Danzare al buio


ascoltandosi


accendendo i sensi….


 


Sospiri condivisi


senza parole


Tocchi


carezze


Che mi portano in paradiso.........


 E tu sei li con me!



elena ©Copyright


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Postato da: 3elena a 20:28 | link | commenti

giovedì, 26 marzo 2009
Historia dos Sentimentos..



Contam que, uma vez, se reuniram todos os sentimentos,

qualidades e defeitos dos homens em um lugar da terra.

Quando o ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez,

a LOUCURA, como sempre tão louca, lhes propôs:

- Vamos brincar de esconde-esconde?

A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada

e a CURIOSIDADE, sem poder conter-se, perguntou:

- Esconde-esconde? Como é isso?

- É um jogo. explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos

e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem,

e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês

que eu encontrar ocupará meu lugar para continuar o jogo.

O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA.

A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou por convencer a DÚVIDA

e até mesmo a APATIA, que nunca se interessava por nada.

Mas nem todos quiseram participar:

A VERDADE preferiu não esconder-se.

- Para que, se no final todos me encontram? - Pensou.

A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto

e a COVARDIA preferiu não arriscar-se.

- Um, dois, três, quatro... - Começou a contar a LOUCURA.

A primeira a esconder-se foi a PRESSA,

que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho.

A FÉ subiu ao céu e a INVEJA se escondeu atrás da sombra do TRIUNFO,

que com seu próprio esforço tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta.

A GENEROSIDADE quase não conseguiu esconder-se,

pois cada local que encontrava,

lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos:

Se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA.

Se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ.

Se era o vôo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA.

Se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE.

E assim, acabou escondendo-se em um raio de sol.

O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início.

Ventilado, cômodo, mas apenas para ele.

A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano

(mentira, na realidade, escondeu-se atras do arco-íris)

e a PAIXÃO e o DESEJO, no centro dos vulcões.

O ESQUECIMENTO, não recordo-me onde escondeu-se,

mas isso não é o mais importante.

Quando a LOUCURA estava lá pelo 999.998,

o AMOR ainda não havia encontrado um lugar para esconder-se,

pois todos já estavam ocupados, até que encontrou uma rosa e,

carinhosamente, decidiu esconder-se entre suas flores.

- Um milhão! - terminou de contar a LOUCURA e começou a busca.

A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra.

Depois, escutou-se a FÉ discutindo com DEUS, no céu, sobre zoologia.

Sentiu vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões.

Em um descuido, encontrou a INVEJA e claro,

pode deduzir onde estava o TRIUNFO.

O EGOÍSMO, não teve nem que procurá-lo.

Ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo,

que na verdade era um ninho de vespas.

De tanto caminhar, sentiu sede e ao aproximar-se de um lago,

descobriu a BELEZA. A DÚVIDA foi mais fácil ainda,

pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado esconder-se.

E assim foi encontrando a todos: O TALENTO entre a erva fresca,

a ANGÚSTIA em uma cova escura, a MENTIRA atrás do arco-íris

(mentira, estava no fundo do oceano) e até o ESQUECIMENTO,

que já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde.

Apenas o AMOR não aparecia em nenhum local.

A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, em baixo

de cada rocha do planeta e em cima das montanhas.

Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral.

Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando, no mesmo instante,

escutou-se um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos.

A LOUCURA não sabia o que fazer para desculpar-se.

Chorou, rezou, implorou, pediu e até prometeu ser seu guia.

Desde então, desde que pela primeira vez

se brincou de esconde-esconde na terra:



O AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha.




Postato da: antonny51 a 12:05 | link | commenti
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sabato, 21 febbraio 2009
01_alex_romano_-_save_a_prayerl

Audio pubblicato da antonny51
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Postato da: antonny51 a 02:08 | link | commenti

martedì, 27 gennaio 2009
L'amicizia è ....


L'amicizia è uno dei sentimenti più belli da vivere perchè dà ricchezza, emozioni, complicità e perchè è assolutamente gratuita. Ad un tratto ci si vede, ci si sceglie, si costruisce una sorta di intimità; si puo' camminare accanto e crescere insieme pur percorrendo strade differenti, pur essendo distanti, come noi due, centinaia di migliaia di chilometri.


Nevara

Postato da: nevara a 14:00 | link | commenti (4)



my love sun

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